Desde a apresentação no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2018, como veículo conceito, a picape intermediária com nome provisório Tarok vem sendo cogitada para produção na fábrica argentina de Gal. Pacheco.

Suas dimensões são praticamente iguais às da Toro. No entanto, a viabilidade econômica, mercadológica e industrial precisa de comprovação e essa equação está bem difícil de fechar.

O argentino Pablo Di Si, presidente da VW América Latina, colocou um ponto final em entrevista ao site Motor 1 Argentina: “É um projeto lindo, mas fabricá-lo hoje na Argentina é impossível.

No Brasil, pode ser.” Di Si informou ainda que a Amarok, com as devidas atualizações, terá ainda mais 10 anos de produção na fábrica do país vizinho. A nova geração da picape média só será produzida na África do Sul e não há previsão de importação.

Picapes estão entre os segmentos que vêm crescendo de forma acelerada entre outras razões por terem maior valor agregado e proporcionar margens mais generosas para as fabricantes. No primeiro trimestre deste ano elas representaram 17% das vendas totais de automóveis e comerciais leves, percentual acima da média histórica.

A nova Montana, que será lançada em 2023, terá porte semelhante ao da Oroch. Será, portanto, a segunda verdadeira picape intermediária posicionada entre Strada e Saveiro e as versões de menor preço da Toro, as três de construção monobloco.

Entre as picapes de grande porte, além das confirmadas F-150 e Silverado, a Jeep anunciou a importação da Gladiator 4x4 que tem origem no Wrangler, mas é muito maior do que o utilitário: 5,54 m de comprimento e entre-eixos de 3,49 m. São dimensões entre uma média tradicional (Hilux, Ranger ou S10) e a Ram 1500.

A Stellantis informou que o lançamento será “em breve”. Terá portas e teto removíveis, para-brisa rebatível e câmera frontal para facilitar o uso fora de estrada. 

 



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